Através das redes sociais os moradores do entorno do Parque de Exposições João Albino Pedrosa, localizado ao lado do campus da UFCG em Sumé, têm reclamado da situação a qual se encontra o espaço, veja uma postagem.
Nas imagens divulgadas no Facebook, os moradores reclamam do mato e da presença de insetos, que segundo eles acabam invadindo as residências mais próximas.
Atualmente o espaço se encontra em meio a um processo judicial, mas de posse/responsabilidade da Universidade Federal de Campina Grande, através de liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
RELEMBRE O CASO:
Na plenária do Orçamento Democrático Estadual, que aconteceu em Sumé, no dia 2 de maio, de 2017, o governador Ricardo Coutinho anunciou que o Governo do Estado, através da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (CINEP) estava realizando a doação do Parque de Exposições João Albino Pedrosa, para que a Prefeitura de Sumé o reativasse com a feira de gado.
Na época a Prefeitura chegou a limpar o espaço e iniciou instalação de cercas na localidade, como mostram as fotos divulgadas naquela ocasião.
A partir deste momento, a Universidade Federal de Campina Grande, veio a público contestar que o terreno estava dentro da sua área, alegando que o mesmo havia sido doado pelo município para a construção do Campus, através da Lei nº 911 de 2005.
Um documento datado de 2002 apresenta que o referido terreno havia sido doado à Cinep, não estando dentro da área doada para a construção do Campus, em 2005.
Foi nesse sentido que a Prefeitura de Sumé solicitou junto à Cinep a doação do terreno ao município para lá ser colocada a feira de gado, tendo em vista que as conversações tratadas com a UFCG para fazer parcerias sobre a feira de gado não avançaram.
O PROCESSO ATUALMENTE:
Ainda em 1ª instancia, em decisão proferida pelo juiz da 11ª Vara, Rodrigo Maia da Fonte, foi negado o pedido de tutela de urgência ajuizada pela Universidade Federal de Campina Grande, em relação ao terreno do Parque de Exposições.
Em seguida julgou-se o mérito e deu-se ganho de causa a prefeitura, após essa sentença a UFCG recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que concedeu uma liminar para a UFCG.
Agora ambas as partes aguardam uma decisão do TRF5.
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