O início foi no ano de 2013, quando o Governo Federal destinou R$ 1,2 milhão de reais na conta bancária do convênio, com objetivo de construir uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24, para uma das cidades do Cariri: Serra Branca ou Sumé. E a quebra de braço entre Municípios foi acirrada, mas Rainha ganhou. Na época foi aquele oba, oba, em comemoração, no entanto até agora nada.
Hoje em dia, a unidade funciona como local de vandalismo, descaso, foco de mosquito da dengue, espaço para matos secos. E lá foi encontrado pela nossa reportagem, embalagem de camisinha, logo se deduz que pessoas estão indo à UPA para fazer sexo.
A UPA abandonada deveria funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana e poderia resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Com isso, ajudaria a diminuir as filas nos prontos-socorros dos hospitais. A UPA inovaria ao oferecer estrutura simplificada, com raio-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação. Nas localidades que contam com UPA, 97% dos casos são solucionados na própria unidade. Quando o usuário chega às unidades, os médicos prestam socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é necessário encaminhar a um hospital ou mantê-lo em observação por 24 horas.
Relembrando
Em 23 de junho de 2015, o ex-vereador Flávio Torreão concedeu entrevista, a qual afirmou que o deputado Federal, Wellington Roberto destinou um repasse na ordem de R$ 700 mil, para que na época o prefeito Eduardo Torreão pudesse equipar a Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24 horas.
Em 26 de outubro de 2016, o então secretário de saúde, Dr. Marcelo Jackson, comunicou a liberação de recursos para a compra de equipamentos da unidade, e afirmava: “o documento recebido nesta terça-feira (25) atesta que foi aceito o pedido feito pelo secretário Dr. Marcelo Jackson para prorrogação do prazo de instalação da UPA até abril de 2017”. E até agora nada!
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