{"id":9691,"date":"2018-04-30T07:23:57","date_gmt":"2018-04-30T10:23:57","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemdestaque.com\/cd\/?p=9691"},"modified":"2018-04-30T07:23:57","modified_gmt":"2018-04-30T10:23:57","slug":"pb-e-o-3o-estado-no-brasil-com-mais-mortes-de-maes-em-partos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691","title":{"rendered":"PB \u00e9 o 3\u00ba estado no Brasil com mais mortes de m\u00e3es em partos"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5094 alignleft\" src=\"http:\/\/95fmsume.com.br\/95\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/microcefalia-foto-tv-correio-696x392-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/>A Para\u00edba \u00e9 o terceiro estado no Brasil com mais mortes de m\u00e3es a cada 100 mil partos de nascidos vivos, 87,4. A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 do Observat\u00f3rio da Crian\u00e7a, publicada pela Funda\u00e7\u00e3o Abrinq, divulgada ter\u00e7a-feira (24).<\/p>\n<p>Os dados mostram que o estado passa longe de cumprir a meta de 35 \u00f3bitos de m\u00e3es para cada 100 mil partos de nascidos vivos, estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Mil\u00eanio, determinada pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU).<\/p>\n<p>Conforme a pesquisa, com dados coletados at\u00e9 2016, o estado vem em uma crescente de mortes de m\u00e3es nos partos de nascidos vivos: 47,6 para cada 100 mil, em 2012; 70,4, em 2013; 53,9, em 2014; 64,3, em 2015; e 87,4, em 2016.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m traz que a Para\u00edba s\u00f3 perde para o Amap\u00e1, 109,6 mortes de m\u00e3es para cada 100 mil nascidos vivos, e Maranh\u00e3o, com 97,8 mortes.<\/p>\n<p>O ginecologista Roberto Magliano reiterou que a taxa de mortalidade materna no Brasil \u00e9 muito acima da mundial. Segundo ele, grande parte disso se deve \u00e0 precariedade das maternidades em cidades de pequeno porte e a falta de profissionais qualificados para lidar com gesta\u00e7\u00f5es de alto risco. Segundo ele, a situa\u00e7\u00e3o do Brasil est\u00e1 ainda pior em rela\u00e7\u00e3o a pa\u00edses mais pobres, como Cuba, Argentina, entre outros.<\/p>\n<p>\u201cA mortalidade materna no Brasil \u00e9 muito acima da mundial. Essa taxa de mortalidade vem caindo nas duas ultimas d\u00e9cadas, mas num ritmo muito lento do esperado. Os n\u00edveis do Brasil s\u00e3o muito maiores do que de pa\u00edses de primeiro mundo, inclusive muito maiores do que pa\u00edses at\u00e9 mais pobres que o nosso como Cuba, Chile, Uruguai, Argentina. O que acontece na Para\u00edba \u00e9 um pouco do reflexo do que acontece no Brasil todo, onde a gente tem uma rede p\u00fablica de atendimento muito prec\u00e1ria. Ent\u00e3o a gente n\u00e3o consegue dar um pr\u00e9-natal de qualidade para as pacientes e pior, a gente n\u00e3o consegue dar acesso as pacientes para ter os seus filhos na maternidade\u201d, explicou<\/p>\n<p>Segundo ele, s\u00e3o quatro as principais causas de mortes em partos no Brasil. \u201cA principal \u00e9 hipertens\u00e3o. Depois vem hemorragia p\u00f3s-parto, infec\u00e7\u00e3o e abortamento inseguro. Como no Brasil o aborto n\u00e3o \u00e9 permitido por lei, muitas mulheres procuram locais clandestinos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo ele, a Secretaria de Sa\u00fade da Para\u00edba est\u00e1 desenvolvendo uma estrat\u00e9gia para reduzir esses n\u00fameros. Ele apontou tamb\u00e9m que uma solu\u00e7\u00e3o seria contratar mais m\u00e9dicos, qualific\u00e1-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor.<\/p>\n<p>\u201cO enfrentamento passaria por mais m\u00e9dicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes munic\u00edpios da Para\u00edba s\u00e3o gest\u00e3o plena, recebem o dinheiro direto do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e preferem investir numa ambul\u00e2ncia do que em um hospital, na contrata\u00e7\u00e3o de um pediatra, de um m\u00e9dico. \u00c9 mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambul\u00e2ncia\u201d,completou.<\/p>\n<p><strong>Mortalidade infantil e gravidez na adolesc\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de crian\u00e7as menores de um ano, o Observat\u00f3rio mostrou que a Para\u00edba ocupa a 18\u00ba coloca\u00e7\u00e3o em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O n\u00famero \u00e9 o mesmo da m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos\u00a0\u00a0em adolescentes, no ano de 2016.<\/p>\n<p>Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15\u00aa posi\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Para\u00edba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas m\u00e3es tamb\u00e9m acontece em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mortalidade infantil. Segundo ele, grande parte das mortes de crian\u00e7as est\u00e3o relacionadas ao parto.<\/p>\n<p>\u201cA mortalidade infantil tem se reduzido em todo Brasil. Na Para\u00edba tamb\u00e9m. Quando a gente fala de mortalidade infantil, \u00e9 morte de crian\u00e7a at\u00e9 um ano de idade. Parte das mortes das crian\u00e7as tem acontecido muito por causas relacionadas ao parto. A gente tem uma dificuldade nas maternidades do interior de atendimento de crian\u00e7as muito prematuras, porque n\u00e3o t\u00eam suporte de atendimento neo-natal nem pediatras para fazer este atendimento\u201d, finalizou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Para\u00edba \u00e9 o terceiro estado no Brasil com mais mortes de m\u00e3es a cada 100 mil partos de nascidos vivos, 87,4. A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 do Observat\u00f3rio da Crian\u00e7a, publicada pela Funda\u00e7\u00e3o Abrinq, divulgada ter\u00e7a-feira (24). Os dados mostram que o estado passa longe de cumprir a meta de 35 \u00f3bitos de m\u00e3es para cada 100 mil partos de nascidos vivos, estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Mil\u00eanio, determinada pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). Conforme a pesquisa, com dados coletados at\u00e9 2016, o estado vem em uma crescente de mortes de m\u00e3es nos partos de nascidos vivos: 47,6 para cada 100 mil, em 2012; 70,4, em 2013; 53,9, em 2014; 64,3, em 2015; e 87,4, em 2016. O estudo tamb\u00e9m traz que a Para\u00edba s\u00f3 perde para o Amap\u00e1, 109,6 mortes de m\u00e3es para cada 100 mil nascidos vivos, e Maranh\u00e3o, com 97,8 mortes. O ginecologista Roberto Magliano reiterou que a taxa de mortalidade materna no Brasil \u00e9 muito acima da mundial. Segundo ele, grande parte disso se deve \u00e0 precariedade das maternidades em cidades de pequeno porte e a falta de profissionais qualificados para lidar com gesta\u00e7\u00f5es de alto risco. Segundo ele, a situa\u00e7\u00e3o do Brasil est\u00e1 ainda pior em rela\u00e7\u00e3o a pa\u00edses mais pobres, como Cuba, Argentina, entre outros. \u201cA mortalidade materna no Brasil \u00e9 muito acima da mundial. Essa taxa de mortalidade vem caindo nas duas ultimas d\u00e9cadas, mas num ritmo muito lento do esperado. Os n\u00edveis do Brasil s\u00e3o muito maiores do que de pa\u00edses de primeiro mundo, inclusive muito maiores do que pa\u00edses at\u00e9 mais pobres que o nosso como Cuba, Chile, Uruguai, Argentina. O que acontece na Para\u00edba \u00e9 um pouco do reflexo do que acontece no Brasil todo, onde a gente tem uma rede p\u00fablica de atendimento muito prec\u00e1ria. Ent\u00e3o a gente n\u00e3o consegue dar um pr\u00e9-natal de qualidade para as pacientes e pior, a gente n\u00e3o consegue dar acesso as pacientes para ter os seus filhos na maternidade\u201d, explicou Segundo ele, s\u00e3o quatro as principais causas de mortes em partos no Brasil. \u201cA principal \u00e9 hipertens\u00e3o. Depois vem hemorragia p\u00f3s-parto, infec\u00e7\u00e3o e abortamento inseguro. Como no Brasil o aborto n\u00e3o \u00e9 permitido por lei, muitas mulheres procuram locais clandestinos\u201d, disse. Segundo ele, a Secretaria de Sa\u00fade da Para\u00edba est\u00e1 desenvolvendo uma estrat\u00e9gia para reduzir esses n\u00fameros. Ele apontou tamb\u00e9m que uma solu\u00e7\u00e3o seria contratar mais m\u00e9dicos, qualific\u00e1-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor. \u201cO enfrentamento passaria por mais m\u00e9dicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes munic\u00edpios da Para\u00edba s\u00e3o gest\u00e3o plena, recebem o dinheiro direto do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e preferem investir numa ambul\u00e2ncia do que em um hospital, na contrata\u00e7\u00e3o de um pediatra, de um m\u00e9dico. \u00c9 mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambul\u00e2ncia\u201d,completou. Mortalidade infantil e gravidez na adolesc\u00eancia Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de crian\u00e7as menores de um ano, o Observat\u00f3rio mostrou que a Para\u00edba ocupa a 18\u00ba coloca\u00e7\u00e3o em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O n\u00famero \u00e9 o mesmo da m\u00e9dia nacional. A pesquisa tamb\u00e9m trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos\u00a0\u00a0em adolescentes, no ano de 2016. Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15\u00aa posi\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Para\u00edba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016. Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas m\u00e3es tamb\u00e9m acontece em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mortalidade infantil. 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Ele apontou tamb\u00e9m que uma solu\u00e7\u00e3o seria contratar mais m\u00e9dicos, qualific\u00e1-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor. \u201cO enfrentamento passaria por mais m\u00e9dicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes munic\u00edpios da Para\u00edba s\u00e3o gest\u00e3o plena, recebem o dinheiro direto do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e preferem investir numa ambul\u00e2ncia do que em um hospital, na contrata\u00e7\u00e3o de um pediatra, de um m\u00e9dico. \u00c9 mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambul\u00e2ncia\u201d,completou. Mortalidade infantil e gravidez na adolesc\u00eancia Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de crian\u00e7as menores de um ano, o Observat\u00f3rio mostrou que a Para\u00edba ocupa a 18\u00ba coloca\u00e7\u00e3o em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O n\u00famero \u00e9 o mesmo da m\u00e9dia nacional. A pesquisa tamb\u00e9m trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos\u00a0\u00a0em adolescentes, no ano de 2016. Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15\u00aa posi\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Para\u00edba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016. Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas m\u00e3es tamb\u00e9m acontece em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mortalidade infantil. Segundo ele, grande parte das mortes de crian\u00e7as est\u00e3o relacionadas ao parto. \u201cA mortalidade infantil tem se reduzido em todo Brasil. Na Para\u00edba tamb\u00e9m. Quando a gente fala de mortalidade infantil, \u00e9 morte de crian\u00e7a at\u00e9 um ano de idade. Parte das mortes das crian\u00e7as tem acontecido muito por causas relacionadas ao parto. 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Segundo ele, grande parte disso se deve \u00e0 precariedade das maternidades em cidades de pequeno porte e a falta de profissionais qualificados para lidar com gesta\u00e7\u00f5es de alto risco. Segundo ele, a situa\u00e7\u00e3o do Brasil est\u00e1 ainda pior em rela\u00e7\u00e3o a pa\u00edses mais pobres, como Cuba, Argentina, entre outros. \u201cA mortalidade materna no Brasil \u00e9 muito acima da mundial. Essa taxa de mortalidade vem caindo nas duas ultimas d\u00e9cadas, mas num ritmo muito lento do esperado. Os n\u00edveis do Brasil s\u00e3o muito maiores do que de pa\u00edses de primeiro mundo, inclusive muito maiores do que pa\u00edses at\u00e9 mais pobres que o nosso como Cuba, Chile, Uruguai, Argentina. O que acontece na Para\u00edba \u00e9 um pouco do reflexo do que acontece no Brasil todo, onde a gente tem uma rede p\u00fablica de atendimento muito prec\u00e1ria. Ent\u00e3o a gente n\u00e3o consegue dar um pr\u00e9-natal de qualidade para as pacientes e pior, a gente n\u00e3o consegue dar acesso as pacientes para ter os seus filhos na maternidade\u201d, explicou Segundo ele, s\u00e3o quatro as principais causas de mortes em partos no Brasil. \u201cA principal \u00e9 hipertens\u00e3o. Depois vem hemorragia p\u00f3s-parto, infec\u00e7\u00e3o e abortamento inseguro. Como no Brasil o aborto n\u00e3o \u00e9 permitido por lei, muitas mulheres procuram locais clandestinos\u201d, disse. Segundo ele, a Secretaria de Sa\u00fade da Para\u00edba est\u00e1 desenvolvendo uma estrat\u00e9gia para reduzir esses n\u00fameros. Ele apontou tamb\u00e9m que uma solu\u00e7\u00e3o seria contratar mais m\u00e9dicos, qualific\u00e1-los e que os gestores das cidades passem a investir mais neste setor. \u201cO enfrentamento passaria por mais m\u00e9dicos para atendimento e que os gestores das cidades do interior se conscientizassem e procurassem estruturar as maternidades para poder receber gestantes de alto risco. Todos esses grandes munic\u00edpios da Para\u00edba s\u00e3o gest\u00e3o plena, recebem o dinheiro direto do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e preferem investir numa ambul\u00e2ncia do que em um hospital, na contrata\u00e7\u00e3o de um pediatra, de um m\u00e9dico. \u00c9 mais barato do que construir um hospital ou contratar um pediatra, comprar uma ambul\u00e2ncia\u201d,completou. Mortalidade infantil e gravidez na adolesc\u00eancia Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de crian\u00e7as menores de um ano, o Observat\u00f3rio mostrou que a Para\u00edba ocupa a 18\u00ba coloca\u00e7\u00e3o em mortes, com 12,7 mortes para cada mil nascidos vivos. O n\u00famero \u00e9 o mesmo da m\u00e9dia nacional. A pesquisa tamb\u00e9m trouxe que o estado vem registrando queda na quantidade de partos\u00a0\u00a0em adolescentes, no ano de 2016. Em partos relacionados a adolescentes entre 10 e 14 anos, o estado registrou 641 em 2015 e 581 em 2016, ocupando a 15\u00aa posi\u00e7\u00e3o nacional. J\u00e1 sobre partos de adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos, a Para\u00edba registrou 10.868 em 2015 contra 10.099 em 2016. Ainda de acordo com o ginecologista, os problemas enfrentados pelas m\u00e3es tamb\u00e9m acontece em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mortalidade infantil. Segundo ele, grande parte das mortes de crian\u00e7as est\u00e3o relacionadas ao parto. \u201cA mortalidade infantil tem se reduzido em todo Brasil. Na Para\u00edba tamb\u00e9m. Quando a gente fala de mortalidade infantil, \u00e9 morte de crian\u00e7a at\u00e9 um ano de idade. Parte das mortes das crian\u00e7as tem acontecido muito por causas relacionadas ao parto. A gente tem uma dificuldade nas maternidades do interior de atendimento de crian\u00e7as muito prematuras, porque n\u00e3o t\u00eam suporte de atendimento neo-natal nem pediatras para fazer este atendimento\u201d, finalizou.","og_url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691","og_site_name":"Not&iacute;cias em Destaque","article_published_time":"2018-04-30T10:23:57+00:00","og_image":[{"width":696,"height":392,"url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/microcefalia-foto-tv-correio-696x392.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Not\u00edcias em Destaque","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Not\u00edcias em Destaque","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691"},"author":{"name":"Not\u00edcias em Destaque","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/#\/schema\/person\/18ac641a4168f9071d5fade0dd24924d"},"headline":"PB \u00e9 o 3\u00ba estado no Brasil com mais mortes de m\u00e3es em partos","datePublished":"2018-04-30T10:23:57+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691"},"wordCount":743,"publisher":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/microcefalia-foto-tv-correio-696x392.jpg","articleSection":["Sa\u00fade"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691","url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=9691","name":"PB \u00e9 o 3\u00ba estado no Brasil com mais mortes de m\u00e3es em partos - 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