{"id":3763,"date":"2017-08-29T08:01:45","date_gmt":"2017-08-29T11:01:45","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemdestaque.com\/cd\/?p=3763"},"modified":"2017-08-29T08:01:45","modified_gmt":"2017-08-29T11:01:45","slug":"aumenta-numero-de-brasileiros-das-classes-c-e-d-concluintes-de-curso-superior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=3763","title":{"rendered":"Aumenta n\u00famero de brasileiros das classes C e D concluintes de curso superior"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/caririemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3764 size-medium alignleft\" src=\"http:\/\/caririemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc-300x200.jpg 300w, https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc-768x511.jpg 768w, https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc-480x320.jpg 480w, https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/estudante_ebc.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) lan\u00e7ou hoje (28), em S\u00e3o Paulo, estudo que mostra um quadro detalhado da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds. Segundo o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017, aumentou a propor\u00e7\u00e3o de alunos concluintes no ensino superior privado nas faixas de renda inferiores a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos e de jovens pertencentes as classes C e D na compara\u00e7\u00e3o com o estudo anterior.<\/p>\n<p>O aumento do n\u00famero de formandos chegou a 4,7 pontos percentuais na faixa com renda familiar de at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo, ou seja, 13,5% dos formados, e de 3,4 pontos percentuais na faixa entre 1,5 e 3 sal\u00e1rios m\u00ednimos, o que representa 26,8%, a maior parcela dos concluintes do ensino superior.<\/p>\n<p>\u201cA amplia\u00e7\u00e3o da oferta pela rede privada e os programas sociais, principalmente o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], trouxe realmente uma classe nova, que \u00e9 a classe C, para dentro do ensino superior, e voc\u00ea j\u00e1 tem os primeiros reflexos, quando os dados de 2013, 2014 e 2015\u201d, destaca o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato. Para ele, o crescimento econ\u00f4mico do in\u00edcio da d\u00e9cada tamb\u00e9m foi um fator determinante. \u201cJunto a isso, a economia vinha num crescente, e a classe C, em ascend\u00eancia, de forma que essas pessoas come\u00e7aram a ingressar no ensino superior\u201d.<\/p>\n<p>O mapa tamb\u00e9m mostra que o n\u00famero total de concluintes de cursos presenciais no Brasil aumentou de 9,3% de 2014 a 2015 (eram 841 mil e passaram a 919 mil em 2015), e o n\u00famero total de concluintes nos cursos a dist\u00e2ncia cresceu 23% de 2014 a 2015 (eram 190 mil e passaram a 234 mil).<\/p>\n<p>Desenvolvido desde 2011, o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017 retrata fielmente o panorama do ensino superior brasileiro em 2015 (per\u00edodo mais recente dispon\u00edvel), comparando os dados estat\u00edsticos com os da edi\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n<p>O estudo revela ainda que os cursos mais procurados pelos estudantes, por faixa et\u00e1ria, nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior privado no Brasil em 2015 foram os presenciais de direito (765 mil matr\u00edculas), administra\u00e7\u00e3o (506 mil) e engenharia civil (300 mil). No mesmo per\u00edodo, se for considerada a faixa et\u00e1ria at\u00e9 24 anos, os mais procurados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e engenharia civil. J\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 25 a 44 anos, os cursos presenciais mais buscados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e enfermagem e, na faixa et\u00e1ria acima de 45 anos, os preferidos foram direito, pedagogia e psicologia.<\/p>\n<p>Nos cursos presenciais, a maioria dos alunos matriculados (52,3%) est\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 19 a 24 anos \u2013 na rede p\u00fablica, o percentual \u00e9 de 57,8% e, na rede privada, de 50,1%. A faixa de 25 a 29 anos tamb\u00e9m contempla um n\u00famero consider\u00e1vel de alunos, chegando a 20%.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas nos cursos de n\u00edvel superior a dist\u00e2ncia registrou, de 2009 a 2015, crescimento de 66%, com aumento de 90% na rede privada e uma queda de 26% na rede p\u00fablica. No per\u00edodo de 2014 a 2015, o crescimento na rede privada chegou a 5,2% (1,20 milh\u00e3o de matr\u00edculas para 1,26 milh\u00e3o). J\u00e1 na rede p\u00fablica ocorreu uma queda de 7,9% nas matr\u00edculas (eram 139 mil em 2014 e reduziram para 128 mil em 2015).<\/p>\n<p>O diretor executivo do Semesp considera restritivo o acesso o acesso \u00e0 universidade p\u00fablica gratuita. \u201cAl\u00e9m das pouqu\u00edssimas vagas, s\u00f3 conseguem concorrer aqueles que estudaram nas melhores escolas no ensino b\u00e1sico, ou seja, no ensino particular. Isso \u00e9 contradit\u00f3rio, quer dizer que aqueles que estudaram em escola particular no ensino b\u00e1sico conseguem acessar a universidade p\u00fablica gratuita e aqueles que estudaram no ensino p\u00fablico acabam tendo que frequentar a faculdade paga\u201d, lamenta Capelato.<\/p>\n<p>Empregabilidade<\/p>\n<p>Segundo o estudo, a empregabilidade est\u00e1 aumentando entre os que t\u00eam ensino superior completo. De 2014 a 2015, os postos de trabalho para quem tem curso superior cresceram 1,5%, chegando a 9,7 milh\u00f5es de empregos em 2015. No ensino m\u00e9dio, o crescimento chegou a apenas 1% e, no ensino fundamental, houve uma queda de 3% na empregabilidade.<\/p>\n<p>Para Capelato, quem tem um diploma de ensino superior nas m\u00e3os tem mais chances no mercado de trabalho. \u201cNo momento de boom econ\u00f4mico, quem tem escolaridade superior \u00e9 o que mais consegue emprego e aumento no sal\u00e1rio. E, em momento de crise, \u00e9 o que menos sofre com desemprego.\u201d<\/p>\n<p>De acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Est\u00e1gios (Abres), em 2015, o n\u00famero de estagi\u00e1rios no Brasil chegou a 1 milh\u00e3o, sendo 260 mil com ensino m\u00e9dio completo ou ensino t\u00e9cnico completo e 740 mil, do n\u00edvel superior. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, esse dado mostra que apenas 2,7% dos alunos matriculados no ensino m\u00e9dio e t\u00e9cnico fazem est\u00e1gio. No ensino superior, o percentual chega a 9,2%. Conforme o levantamento, o maior n\u00famero de vagas oferecidas \u00e9 para estudantes de administra\u00e7\u00e3o (16,8%), direito (7,3%), comunica\u00e7\u00e3o social (6,2%), inform\u00e1tica (5,2%), engenharias (5,1%) e pedagogia (4,2%).<\/p>\n<p>Em 2016, a m\u00e9dia geral da remunera\u00e7\u00e3o paga a um estagi\u00e1rio brasileiro ficou em R$ 965. Para quem est\u00e1 no ensino m\u00e9dio, R$ 606; no m\u00e9dio t\u00e9cnico, R$ 762; no superior, R$ 1,1 mil; e no superior tecnol\u00f3gico, R$ 998. J\u00e1 a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia total do trabalhador brasileiro em 2015 ficou em R$ 2,6 mil. A m\u00e9dia de remunera\u00e7\u00e3o de quem tem ensino superior completo foi R$ 5,7 mil. Para quem tem ensino m\u00e9dio completo, a renda m\u00e9dia chegou a R$ 1,9 mil e, para os que t\u00eam ensino fundamental completo, a R$ 1,6 mil.<\/p>\n<p>Custo do diploma<\/p>\n<p>Um dado mais recente do estudo mostrou que, no primeiro semestre deste ano, a m\u00e9dia geral do valor das mensalidades ficou em R$ 898. No curso de medicina, a mensalidade m\u00e9dia foi R$ 6,2 mil; no de odontologia, R$2,1; no de arquitetura e urbanismo, R$ 1,2 mil; e no de engenharia, R$ 1,1 mil. Entre os cursos mais procurados, o que teve a menor m\u00e9dia de mensalidade foi pedagogia: R$ 621.<\/p>\n<p>O Mapa do Ensino Superior, elaborado anualmente pela assessoria econ\u00f4mica do Semesp, apresenta um panorama da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds ao longo dos \u00faltimos 15 anos. O estudo abrange todos os estados brasileiros e \u00e9 detalhado por mesorregi\u00e3o.<\/p>\n<p>Com Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) lan\u00e7ou hoje (28), em S\u00e3o Paulo, estudo que mostra um quadro detalhado da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds. Segundo o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017, aumentou a propor\u00e7\u00e3o de alunos concluintes no ensino superior privado nas faixas de renda inferiores a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos e de jovens pertencentes as classes C e D na compara\u00e7\u00e3o com o estudo anterior. O aumento do n\u00famero de formandos chegou a 4,7 pontos percentuais na faixa com renda familiar de at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo, ou seja, 13,5% dos formados, e de 3,4 pontos percentuais na faixa entre 1,5 e 3 sal\u00e1rios m\u00ednimos, o que representa 26,8%, a maior parcela dos concluintes do ensino superior. \u201cA amplia\u00e7\u00e3o da oferta pela rede privada e os programas sociais, principalmente o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], trouxe realmente uma classe nova, que \u00e9 a classe C, para dentro do ensino superior, e voc\u00ea j\u00e1 tem os primeiros reflexos, quando os dados de 2013, 2014 e 2015\u201d, destaca o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato. Para ele, o crescimento econ\u00f4mico do in\u00edcio da d\u00e9cada tamb\u00e9m foi um fator determinante. \u201cJunto a isso, a economia vinha num crescente, e a classe C, em ascend\u00eancia, de forma que essas pessoas come\u00e7aram a ingressar no ensino superior\u201d. O mapa tamb\u00e9m mostra que o n\u00famero total de concluintes de cursos presenciais no Brasil aumentou de 9,3% de 2014 a 2015 (eram 841 mil e passaram a 919 mil em 2015), e o n\u00famero total de concluintes nos cursos a dist\u00e2ncia cresceu 23% de 2014 a 2015 (eram 190 mil e passaram a 234 mil). Desenvolvido desde 2011, o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017 retrata fielmente o panorama do ensino superior brasileiro em 2015 (per\u00edodo mais recente dispon\u00edvel), comparando os dados estat\u00edsticos com os da edi\u00e7\u00e3o anterior. O estudo revela ainda que os cursos mais procurados pelos estudantes, por faixa et\u00e1ria, nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior privado no Brasil em 2015 foram os presenciais de direito (765 mil matr\u00edculas), administra\u00e7\u00e3o (506 mil) e engenharia civil (300 mil). No mesmo per\u00edodo, se for considerada a faixa et\u00e1ria at\u00e9 24 anos, os mais procurados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e engenharia civil. J\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 25 a 44 anos, os cursos presenciais mais buscados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e enfermagem e, na faixa et\u00e1ria acima de 45 anos, os preferidos foram direito, pedagogia e psicologia. Nos cursos presenciais, a maioria dos alunos matriculados (52,3%) est\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 19 a 24 anos \u2013 na rede p\u00fablica, o percentual \u00e9 de 57,8% e, na rede privada, de 50,1%. A faixa de 25 a 29 anos tamb\u00e9m contempla um n\u00famero consider\u00e1vel de alunos, chegando a 20%. A evolu\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas nos cursos de n\u00edvel superior a dist\u00e2ncia registrou, de 2009 a 2015, crescimento de 66%, com aumento de 90% na rede privada e uma queda de 26% na rede p\u00fablica. 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De 2014 a 2015, os postos de trabalho para quem tem curso superior cresceram 1,5%, chegando a 9,7 milh\u00f5es de empregos em 2015. No ensino m\u00e9dio, o crescimento chegou a apenas 1% e, no ensino fundamental, houve uma queda de 3% na empregabilidade. Para Capelato, quem tem um diploma de ensino superior nas m\u00e3os tem mais chances no mercado de trabalho. \u201cNo momento de boom econ\u00f4mico, quem tem escolaridade superior \u00e9 o que mais consegue emprego e aumento no sal\u00e1rio. E, em momento de crise, \u00e9 o que menos sofre com desemprego.\u201d De acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Est\u00e1gios (Abres), em 2015, o n\u00famero de estagi\u00e1rios no Brasil chegou a 1 milh\u00e3o, sendo 260 mil com ensino m\u00e9dio completo ou ensino t\u00e9cnico completo e 740 mil, do n\u00edvel superior. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, esse dado mostra que apenas 2,7% dos alunos matriculados no ensino m\u00e9dio e t\u00e9cnico fazem est\u00e1gio. No ensino superior, o percentual chega a 9,2%. Conforme o levantamento, o maior n\u00famero de vagas oferecidas \u00e9 para estudantes de administra\u00e7\u00e3o (16,8%), direito (7,3%), comunica\u00e7\u00e3o social (6,2%), inform\u00e1tica (5,2%), engenharias (5,1%) e pedagogia (4,2%). Em 2016, a m\u00e9dia geral da remunera\u00e7\u00e3o paga a um estagi\u00e1rio brasileiro ficou em R$ 965. Para quem est\u00e1 no ensino m\u00e9dio, R$ 606; no m\u00e9dio t\u00e9cnico, R$ 762; no superior, R$ 1,1 mil; e no superior tecnol\u00f3gico, R$ 998. J\u00e1 a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia total do trabalhador brasileiro em 2015 ficou em R$ 2,6 mil. A m\u00e9dia de remunera\u00e7\u00e3o de quem tem ensino superior completo foi R$ 5,7 mil. Para quem tem ensino m\u00e9dio completo, a renda m\u00e9dia chegou a R$ 1,9 mil e, para os que t\u00eam ensino fundamental completo, a R$ 1,6 mil. Custo do diploma Um dado mais recente do estudo mostrou que, no primeiro semestre deste ano, a m\u00e9dia geral do valor das mensalidades ficou em R$ 898. No curso de medicina, a mensalidade m\u00e9dia foi R$ 6,2 mil; no de odontologia, R$2,1; no de arquitetura e urbanismo, R$ 1,2 mil; e no de engenharia, R$ 1,1 mil. Entre os cursos mais procurados, o que teve a menor m\u00e9dia de mensalidade foi pedagogia: R$ 621. O Mapa do Ensino Superior, elaborado anualmente pela assessoria econ\u00f4mica do Semesp, apresenta um panorama da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds ao longo dos \u00faltimos 15 anos. 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Isso \u00e9 contradit\u00f3rio, quer dizer que aqueles que estudaram em escola particular no ensino b\u00e1sico conseguem acessar a universidade p\u00fablica gratuita e aqueles que estudaram no ensino p\u00fablico acabam tendo que frequentar a faculdade paga\u201d, lamenta Capelato. Empregabilidade Segundo o estudo, a empregabilidade est\u00e1 aumentando entre os que t\u00eam ensino superior completo. De 2014 a 2015, os postos de trabalho para quem tem curso superior cresceram 1,5%, chegando a 9,7 milh\u00f5es de empregos em 2015. No ensino m\u00e9dio, o crescimento chegou a apenas 1% e, no ensino fundamental, houve uma queda de 3% na empregabilidade. Para Capelato, quem tem um diploma de ensino superior nas m\u00e3os tem mais chances no mercado de trabalho. \u201cNo momento de boom econ\u00f4mico, quem tem escolaridade superior \u00e9 o que mais consegue emprego e aumento no sal\u00e1rio. E, em momento de crise, \u00e9 o que menos sofre com desemprego.\u201d De acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Est\u00e1gios (Abres), em 2015, o n\u00famero de estagi\u00e1rios no Brasil chegou a 1 milh\u00e3o, sendo 260 mil com ensino m\u00e9dio completo ou ensino t\u00e9cnico completo e 740 mil, do n\u00edvel superior. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, esse dado mostra que apenas 2,7% dos alunos matriculados no ensino m\u00e9dio e t\u00e9cnico fazem est\u00e1gio. No ensino superior, o percentual chega a 9,2%. Conforme o levantamento, o maior n\u00famero de vagas oferecidas \u00e9 para estudantes de administra\u00e7\u00e3o (16,8%), direito (7,3%), comunica\u00e7\u00e3o social (6,2%), inform\u00e1tica (5,2%), engenharias (5,1%) e pedagogia (4,2%). Em 2016, a m\u00e9dia geral da remunera\u00e7\u00e3o paga a um estagi\u00e1rio brasileiro ficou em R$ 965. 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O Mapa do Ensino Superior, elaborado anualmente pela assessoria econ\u00f4mica do Semesp, apresenta um panorama da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds ao longo dos \u00faltimos 15 anos. 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Segundo o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017, aumentou a propor\u00e7\u00e3o de alunos concluintes no ensino superior privado nas faixas de renda inferiores a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos e de jovens pertencentes as classes C e D na compara\u00e7\u00e3o com o estudo anterior. O aumento do n\u00famero de formandos chegou a 4,7 pontos percentuais na faixa com renda familiar de at\u00e9 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo, ou seja, 13,5% dos formados, e de 3,4 pontos percentuais na faixa entre 1,5 e 3 sal\u00e1rios m\u00ednimos, o que representa 26,8%, a maior parcela dos concluintes do ensino superior. \u201cA amplia\u00e7\u00e3o da oferta pela rede privada e os programas sociais, principalmente o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], trouxe realmente uma classe nova, que \u00e9 a classe C, para dentro do ensino superior, e voc\u00ea j\u00e1 tem os primeiros reflexos, quando os dados de 2013, 2014 e 2015\u201d, destaca o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato. Para ele, o crescimento econ\u00f4mico do in\u00edcio da d\u00e9cada tamb\u00e9m foi um fator determinante. \u201cJunto a isso, a economia vinha num crescente, e a classe C, em ascend\u00eancia, de forma que essas pessoas come\u00e7aram a ingressar no ensino superior\u201d. O mapa tamb\u00e9m mostra que o n\u00famero total de concluintes de cursos presenciais no Brasil aumentou de 9,3% de 2014 a 2015 (eram 841 mil e passaram a 919 mil em 2015), e o n\u00famero total de concluintes nos cursos a dist\u00e2ncia cresceu 23% de 2014 a 2015 (eram 190 mil e passaram a 234 mil). Desenvolvido desde 2011, o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2017 retrata fielmente o panorama do ensino superior brasileiro em 2015 (per\u00edodo mais recente dispon\u00edvel), comparando os dados estat\u00edsticos com os da edi\u00e7\u00e3o anterior. O estudo revela ainda que os cursos mais procurados pelos estudantes, por faixa et\u00e1ria, nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior privado no Brasil em 2015 foram os presenciais de direito (765 mil matr\u00edculas), administra\u00e7\u00e3o (506 mil) e engenharia civil (300 mil). No mesmo per\u00edodo, se for considerada a faixa et\u00e1ria at\u00e9 24 anos, os mais procurados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e engenharia civil. J\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 25 a 44 anos, os cursos presenciais mais buscados foram direito, administra\u00e7\u00e3o e enfermagem e, na faixa et\u00e1ria acima de 45 anos, os preferidos foram direito, pedagogia e psicologia. Nos cursos presenciais, a maioria dos alunos matriculados (52,3%) est\u00e1 na faixa et\u00e1ria de 19 a 24 anos \u2013 na rede p\u00fablica, o percentual \u00e9 de 57,8% e, na rede privada, de 50,1%. A faixa de 25 a 29 anos tamb\u00e9m contempla um n\u00famero consider\u00e1vel de alunos, chegando a 20%. A evolu\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas nos cursos de n\u00edvel superior a dist\u00e2ncia registrou, de 2009 a 2015, crescimento de 66%, com aumento de 90% na rede privada e uma queda de 26% na rede p\u00fablica. No per\u00edodo de 2014 a 2015, o crescimento na rede privada chegou a 5,2% (1,20 milh\u00e3o de matr\u00edculas para 1,26 milh\u00e3o). J\u00e1 na rede p\u00fablica ocorreu uma queda de 7,9% nas matr\u00edculas (eram 139 mil em 2014 e reduziram para 128 mil em 2015). O diretor executivo do Semesp considera restritivo o acesso o acesso \u00e0 universidade p\u00fablica gratuita. \u201cAl\u00e9m das pouqu\u00edssimas vagas, s\u00f3 conseguem concorrer aqueles que estudaram nas melhores escolas no ensino b\u00e1sico, ou seja, no ensino particular. 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E, em momento de crise, \u00e9 o que menos sofre com desemprego.\u201d De acordo com dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Est\u00e1gios (Abres), em 2015, o n\u00famero de estagi\u00e1rios no Brasil chegou a 1 milh\u00e3o, sendo 260 mil com ensino m\u00e9dio completo ou ensino t\u00e9cnico completo e 740 mil, do n\u00edvel superior. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, esse dado mostra que apenas 2,7% dos alunos matriculados no ensino m\u00e9dio e t\u00e9cnico fazem est\u00e1gio. No ensino superior, o percentual chega a 9,2%. Conforme o levantamento, o maior n\u00famero de vagas oferecidas \u00e9 para estudantes de administra\u00e7\u00e3o (16,8%), direito (7,3%), comunica\u00e7\u00e3o social (6,2%), inform\u00e1tica (5,2%), engenharias (5,1%) e pedagogia (4,2%). Em 2016, a m\u00e9dia geral da remunera\u00e7\u00e3o paga a um estagi\u00e1rio brasileiro ficou em R$ 965. 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