{"id":18405,"date":"2019-07-18T06:47:04","date_gmt":"2019-07-18T09:47:04","guid":{"rendered":"http:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405"},"modified":"2019-07-18T06:47:04","modified_gmt":"2019-07-18T09:47:04","slug":"no-whatsapp-familia-vem-antes-de-politica-constata-pesquisa-do-datafolha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405","title":{"rendered":"No WhatsApp, fam\u00edlia vem antes de pol\u00edtica, constata pesquisa do Datafolha"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-16130\" src=\"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy.jpg\" alt=\"\" width=\"680\" height=\"453\" srcset=\"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy.jpg 680w, https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy-300x200.jpg 300w, https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O brasileiro afirma discutir mais assuntos de fam\u00edlia do que de pol\u00edtica no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usu\u00e1rios no aplicativo de mensagens.<\/p>\n<p>Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos s\u00e3o fam\u00edlia (39%), trabalho (31%), pol\u00edtica (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religi\u00e3o (12%). A resposta era espont\u00e2nea e m\u00faltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.<\/p>\n<p class=\" tm_nativeauto\">O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 munic\u00edpios de todo o pa\u00eds. A margem de erro \u00e9 de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o n\u00edvel de confian\u00e7a \u00e9 de 95%.<\/p>\n<p>O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular \u00e9 o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).<\/p>\n<p>Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que n\u00e3o o seguem.<\/p>\n<p>Bolsonaro afirmou na \u00faltima sexta-feira (12) que \u00e9 censurado pelo WhatsApp, referindo-se \u00e0 limita\u00e7\u00e3o no encaminhamento de mensagens no aplicativo.<\/p>\n<p>\u201cUma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp\u201d, disse em uma live nas redes sociais. \u201cH\u00e1 censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.\u201d<\/p>\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estrat\u00e9gias de campanha a atua\u00e7\u00e3o por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.<\/p>\n<p>A restri\u00e7\u00e3o no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.<\/p>\n<p>Anteriormente, era poss\u00edvel encaminhar mensagens para 20 outros usu\u00e1rios ou grupos, n\u00famero que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.<\/p>\n<p>Entre os pesquisados pelo Datafolha que t\u00eam conta no WhatsApp, metade (49%) participa de at\u00e9 cinco grupos, e apenas 24% n\u00e3o participam deles -a m\u00e9dia \u00e9 a de sete grupos por usu\u00e1rio.<\/p>\n<p>A faixa et\u00e1ria que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- \u00e9 a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais s\u00e3o os que menos participam (44%).<\/p>\n<p>Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, s\u00f3 23% n\u00e3o est\u00e3o em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usu\u00e1rios com 60 anos ou mais.<\/p>\n<p class=\" aBigClassNameToAvoidCollisionInText\">Os mais velhos, com 60 anos ou mais, est\u00e3o mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem pol\u00edtica.<br \/>\nEsse assunto tamb\u00e9m \u00e9 mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez sal\u00e1rios m\u00ednimos -54% ante 22% de quem tem renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio da avalia\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro (este, ali\u00e1s, usu\u00e1rio ass\u00edduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gest\u00e3o ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de pol\u00edtica no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).<\/p>\n<p>Pesquisados que avaliam o governo como \u00f3timo ou bom s\u00e3o os que mais discutem fam\u00edlia (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou p\u00e9ssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos s\u00e3o 35%.<\/p>\n<p>Analisando-se o partido de prefer\u00eancia, 50% dos entrevistados que discutem pol\u00edtica em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.\u201d<\/p>\n<p>A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com at\u00e9 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usu\u00e1rios, e 17%, 101 ou mais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Fonte: FOLHAPRESS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O brasileiro afirma discutir mais assuntos de fam\u00edlia do que de pol\u00edtica no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usu\u00e1rios no aplicativo de mensagens. Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos s\u00e3o fam\u00edlia (39%), trabalho (31%), pol\u00edtica (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religi\u00e3o (12%). A resposta era espont\u00e2nea e m\u00faltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema. O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 munic\u00edpios de todo o pa\u00eds. A margem de erro \u00e9 de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o n\u00edvel de confian\u00e7a \u00e9 de 95%. O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular \u00e9 o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%). 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Anteriormente, era poss\u00edvel encaminhar mensagens para 20 outros usu\u00e1rios ou grupos, n\u00famero que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida. Entre os pesquisados pelo Datafolha que t\u00eam conta no WhatsApp, metade (49%) participa de at\u00e9 cinco grupos, e apenas 24% n\u00e3o participam deles -a m\u00e9dia \u00e9 a de sete grupos por usu\u00e1rio. A faixa et\u00e1ria que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- \u00e9 a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais s\u00e3o os que menos participam (44%). Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, s\u00f3 23% n\u00e3o est\u00e3o em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usu\u00e1rios com 60 anos ou mais. Os mais velhos, com 60 anos ou mais, est\u00e3o mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem pol\u00edtica. Esse assunto tamb\u00e9m \u00e9 mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez sal\u00e1rios m\u00ednimos -54% ante 22% de quem tem renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio da avalia\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro (este, ali\u00e1s, usu\u00e1rio ass\u00edduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gest\u00e3o ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de pol\u00edtica no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%). Pesquisados que avaliam o governo como \u00f3timo ou bom s\u00e3o os que mais discutem fam\u00edlia (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou p\u00e9ssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos s\u00e3o 35%. Analisando-se o partido de prefer\u00eancia, 50% dos entrevistados que discutem pol\u00edtica em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.\u201d A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com at\u00e9 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usu\u00e1rios, e 17%, 101 ou mais. &nbsp; Fonte: FOLHAPRESS<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":16130,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_eb_attr":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-18405","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>No WhatsApp, fam\u00edlia vem antes de pol\u00edtica, constata pesquisa do Datafolha - Not&iacute;cias em Destaque<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"No WhatsApp, fam\u00edlia vem antes de pol\u00edtica, constata pesquisa do Datafolha - Not&iacute;cias em Destaque\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O brasileiro afirma discutir mais assuntos de fam\u00edlia do que de pol\u00edtica no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usu\u00e1rios no aplicativo de mensagens. 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Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que n\u00e3o o seguem. Bolsonaro afirmou na \u00faltima sexta-feira (12) que \u00e9 censurado pelo WhatsApp, referindo-se \u00e0 limita\u00e7\u00e3o no encaminhamento de mensagens no aplicativo. \u201cUma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp\u201d, disse em uma live nas redes sociais. \u201cH\u00e1 censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.\u201d Nas elei\u00e7\u00f5es do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estrat\u00e9gias de campanha a atua\u00e7\u00e3o por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. A restri\u00e7\u00e3o no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook. Anteriormente, era poss\u00edvel encaminhar mensagens para 20 outros usu\u00e1rios ou grupos, n\u00famero que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida. Entre os pesquisados pelo Datafolha que t\u00eam conta no WhatsApp, metade (49%) participa de at\u00e9 cinco grupos, e apenas 24% n\u00e3o participam deles -a m\u00e9dia \u00e9 a de sete grupos por usu\u00e1rio. A faixa et\u00e1ria que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- \u00e9 a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais s\u00e3o os que menos participam (44%). Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, s\u00f3 23% n\u00e3o est\u00e3o em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usu\u00e1rios com 60 anos ou mais. Os mais velhos, com 60 anos ou mais, est\u00e3o mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem pol\u00edtica. Esse assunto tamb\u00e9m \u00e9 mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez sal\u00e1rios m\u00ednimos -54% ante 22% de quem tem renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio da avalia\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro (este, ali\u00e1s, usu\u00e1rio ass\u00edduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gest\u00e3o ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de pol\u00edtica no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%). Pesquisados que avaliam o governo como \u00f3timo ou bom s\u00e3o os que mais discutem fam\u00edlia (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou p\u00e9ssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos s\u00e3o 35%. 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Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos s\u00e3o fam\u00edlia (39%), trabalho (31%), pol\u00edtica (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religi\u00e3o (12%). A resposta era espont\u00e2nea e m\u00faltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema. O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 munic\u00edpios de todo o pa\u00eds. A margem de erro \u00e9 de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o n\u00edvel de confian\u00e7a \u00e9 de 95%. O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular \u00e9 o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%). Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que n\u00e3o o seguem. Bolsonaro afirmou na \u00faltima sexta-feira (12) que \u00e9 censurado pelo WhatsApp, referindo-se \u00e0 limita\u00e7\u00e3o no encaminhamento de mensagens no aplicativo. \u201cUma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp\u201d, disse em uma live nas redes sociais. \u201cH\u00e1 censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.\u201d Nas elei\u00e7\u00f5es do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estrat\u00e9gias de campanha a atua\u00e7\u00e3o por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. A restri\u00e7\u00e3o no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook. Anteriormente, era poss\u00edvel encaminhar mensagens para 20 outros usu\u00e1rios ou grupos, n\u00famero que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida. Entre os pesquisados pelo Datafolha que t\u00eam conta no WhatsApp, metade (49%) participa de at\u00e9 cinco grupos, e apenas 24% n\u00e3o participam deles -a m\u00e9dia \u00e9 a de sete grupos por usu\u00e1rio. A faixa et\u00e1ria que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- \u00e9 a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais s\u00e3o os que menos participam (44%). Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, s\u00f3 23% n\u00e3o est\u00e3o em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usu\u00e1rios com 60 anos ou mais. Os mais velhos, com 60 anos ou mais, est\u00e3o mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem pol\u00edtica. Esse assunto tamb\u00e9m \u00e9 mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez sal\u00e1rios m\u00ednimos -54% ante 22% de quem tem renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio da avalia\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro (este, ali\u00e1s, usu\u00e1rio ass\u00edduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gest\u00e3o ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de pol\u00edtica no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%). Pesquisados que avaliam o governo como \u00f3timo ou bom s\u00e3o os que mais discutem fam\u00edlia (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou p\u00e9ssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos s\u00e3o 35%. Analisando-se o partido de prefer\u00eancia, 50% dos entrevistados que discutem pol\u00edtica em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.\u201d A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com at\u00e9 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usu\u00e1rios, e 17%, 101 ou mais. &nbsp; Fonte: FOLHAPRESS","og_url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405","og_site_name":"Not&iacute;cias em Destaque","article_published_time":"2019-07-18T09:47:04+00:00","og_image":[{"width":680,"height":453,"url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Not\u00edcias em Destaque","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Not\u00edcias em Destaque","Est. tempo de leitura":"3 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405"},"author":{"name":"Not\u00edcias em Destaque","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/#\/schema\/person\/6748ab1fae3290e788a15d240e1f7348"},"headline":"No WhatsApp, fam\u00edlia vem antes de pol\u00edtica, constata pesquisa do Datafolha","datePublished":"2019-07-18T09:47:04+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405"},"wordCount":630,"publisher":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tecnologia-whatsapp-20181012-0002-copy.jpg","articleSection":["Geral"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405","url":"https:\/\/noticiasemdestaque.com\/cd\/?p=18405","name":"No WhatsApp, fam\u00edlia vem antes de pol\u00edtica, constata pesquisa do Datafolha - 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